Hoje comecei a ler um livro que, já no prefácio, me chamou muita atenção. Ele informa como vivemos uma luta diária.
O livro começa assim:
O livro começa assim:
Estamos lutando: todos buscamos algo de bom para nós mesmos.
"Lutando"...essa palavra tão falada por todos.
Lutando para sobreviver, lutando para adquirir o que se deseja, lutando contra as doenças, lutando para suportar os familiares....
Lutando...lutando...lutando...
Lutando conosco mesmos, lutando para não criticar o outro, lutando para nos sentirmos em paz, lutando para amar, lutando para dar ao outro o que gostaríamos de receber.
Essas frases, meus irmãos, como são difíceis de serem pronunciadas! Muitas vezes passamos por nossas existências sem jamais pensarmos dessa maneira.
Quantos de nós nos damos conta de estarmos reencarnados para realmente lutar, mas uma luta que nos eleve, que nos faça crescer e florescer espiritualmente?
Quantas vezes lutamos com os nossos próprios pensamentos voltados às intérminas lutas contra os outros companheiros de jornada, sem ao menos refletirmos que tais lutas são totalmente contrárias às Leis Divinas?
Somos nós sim, somos nós mesmos que buscamos nossas próprias derrotas, haja vista nossos reclamos: "estamos em uma luta inglória!".
Mas qual "glória" queremos? Aquela que faz com que o mundo nos aplauda, aquela que a aparência do consumismo nos permite.
Que vãs ilusões!... Nesses aspectos, todas as lutas serão inglórias porque os nossos espíritos nada ganharão com elas, apenas destruir-se-ão.
Nossos espíritos não necessitam, em nada, dessas aparências; o que realmente necessitamos é de nossas lutas íntimas.
Sendo assim, o que é do mundo deve e irá permanecer no próprio mundo, enquanto o que é do espírito deve ser trabalhado pelo Espírito para a conquista definitiva do aprendizado ético, verdadeiro. Eis a verdadeira luta que devemos abraçar, eis a única luta que devemos levar adiante.
Lutamos por coisas imediatas do mundo, mas a luta da sobrevivência espiritual também deve ser diária, uma luta que jamais se extingue, pois requer um esforço maior, que compreende a vigilância dos pensamentos e das atitudes.
Na essência, nosso Espírito precisa apenas de autoconhecimento (quem somos, de onde viemos e para onde iremos?) e de amor.
Como nos ensinou Jesus: "amar ao próximo como a si mesmo". A medida do amor. portanto, reduz-se, no limite, a esse "si mesmo", a esse "si" que é sempre o "mesmo".
Amemos incondicionalmente uns aos outros, bem como a nós mesmos, sem desculpas, sem reservas, sem condições.
Que Jesus nos abençoe, e que o amor infinito de Deus, nosso Pai, permaneça em nossos corações.
"Lutando"...essa palavra tão falada por todos.
Lutando para sobreviver, lutando para adquirir o que se deseja, lutando contra as doenças, lutando para suportar os familiares....
Lutando...lutando...lutando...
Lutando conosco mesmos, lutando para não criticar o outro, lutando para nos sentirmos em paz, lutando para amar, lutando para dar ao outro o que gostaríamos de receber.
Essas frases, meus irmãos, como são difíceis de serem pronunciadas! Muitas vezes passamos por nossas existências sem jamais pensarmos dessa maneira.
Quantos de nós nos damos conta de estarmos reencarnados para realmente lutar, mas uma luta que nos eleve, que nos faça crescer e florescer espiritualmente?
Quantas vezes lutamos com os nossos próprios pensamentos voltados às intérminas lutas contra os outros companheiros de jornada, sem ao menos refletirmos que tais lutas são totalmente contrárias às Leis Divinas?
Somos nós sim, somos nós mesmos que buscamos nossas próprias derrotas, haja vista nossos reclamos: "estamos em uma luta inglória!".
Mas qual "glória" queremos? Aquela que faz com que o mundo nos aplauda, aquela que a aparência do consumismo nos permite.
Que vãs ilusões!... Nesses aspectos, todas as lutas serão inglórias porque os nossos espíritos nada ganharão com elas, apenas destruir-se-ão.
Nossos espíritos não necessitam, em nada, dessas aparências; o que realmente necessitamos é de nossas lutas íntimas.
Sendo assim, o que é do mundo deve e irá permanecer no próprio mundo, enquanto o que é do espírito deve ser trabalhado pelo Espírito para a conquista definitiva do aprendizado ético, verdadeiro. Eis a verdadeira luta que devemos abraçar, eis a única luta que devemos levar adiante.
Lutamos por coisas imediatas do mundo, mas a luta da sobrevivência espiritual também deve ser diária, uma luta que jamais se extingue, pois requer um esforço maior, que compreende a vigilância dos pensamentos e das atitudes.
Na essência, nosso Espírito precisa apenas de autoconhecimento (quem somos, de onde viemos e para onde iremos?) e de amor.
Como nos ensinou Jesus: "amar ao próximo como a si mesmo". A medida do amor. portanto, reduz-se, no limite, a esse "si mesmo", a esse "si" que é sempre o "mesmo".
Amemos incondicionalmente uns aos outros, bem como a nós mesmos, sem desculpas, sem reservas, sem condições.
Que Jesus nos abençoe, e que o amor infinito de Deus, nosso Pai, permaneça em nossos corações.
Do Livro A Cura pelo Entendimento - Psicografia de Marise Ceban
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